Maria Ivone Vairinho e Poetas Amigos

Dezembro 20 2009

Muito Boas Festas!

 

Que esta reflexão que partilhamos possa, no futuro, ajudar-nos a viver e a conviver melhor uns com os outros nos universos que, por ventura de cada um, o destino nos proporcionar!

 

Segunda lei da termodinâmica da vida

 

Num impensado acto de ira,          

 

 

                                                      

um vaso voante                                          

vago de tudo                                                                            

e raso de nada,

sem asas,  

a partir-se em mil pedaços

ali de frente,

aumentando a entropia,

no meio de tão calma gente

que desfruta de imponente pôr-do-sol,

que sentido tem?

 

O curto hiato

entre o arremesso do ainda inteiro vaso

e o escaqueirar-se ao acaso

no meio da ponte

que une as duas metades do humano Ser

── a que é fonte de sublime racionalidade

e a que comporta a besta da banal irracionalidade ──,

por vezes não chega

para dar a perceber que,

da vertigem do impensado acto,

nada restará intacto!

e ordenado!

 

Iras gigantes

devem evitar-se:

── são como explosões

que engrossam miopias:

impedem visões harmónicas,

escondem, e até matam, sintonias!...

 

Iras gigantes

potenciam desordem!:

── determinam, sempre, aumentos descontrolados de entropia!

 

Sem trabalhar fundo a alma,

retornar à calma

estado de graça anterior à ira ,

jamais será viável, espontaneamente!:

── há que meditar e procurar a essência do que somos!,

pois todo o acto impensado é consequente com desarmonias:

── o universo torna-se menos organizado

e o bem, que a energia útil é, advém cada vez mais escasso!

 

Joaquim Carvalho,

Paço de Arcos, 13 de Dezembro de 2009

 

publicado por appoetas às 20:26

Dezembro 20 2009

Minha Língua Portuguesa,

Língua de Camões abençoada,

Estandarte de beleza

Desta Pátria tão amada,

Legado de gerações,

Falada por tantos milhões

Mas tantas vezes maltratada,

Mesmo atropelada

Nas mais diversas ocasiões,

Quase assassinada

Até por alguma personalidade

Que se arroga a responsabilidade

De representar a fina flor

Da nossa sociedade.

 

E é tamanha a aleivosia,

Tanto o destempero,

Com a asneira instalada

De forma tal

Em organizado festival

Que, hoje em dia,

Sem exagero nem fantasia,

Alguém que fale acertado

Arrisca-se, por ironia,

A ser acusado

De estar a falar errado!...

 

MARIETA ANTUNES 

 

publicado por MARIETA ANTUNES às 18:49

Dezembro 20 2009
Olá amigos especiais
 
Com as minhas saudações Natalícias aqui vos deixo mais este poema
SEMPRE NATAL , para relembrar que o Natal pode mesmo ser todos os
dias que o queiramos acender nas nossas vidas.
Disponível em poema da semana ou aqui neste link:
 
 
Boas Festas para si e quantos têm morada no seu coração.
Euclides Cavaco
cavaco@sympatico.ca
 
Venha tomar comigo um cálice de poesia...
Entre por aqui na minha sala de visitas:
www.ecosdapoesia.com
 
publicado por appoetas às 02:38

Dezembro 20 2009

 

Que pena, o amor do Natal, não ser para todos igual…barafustamos, escrevemos, pregamos aos quatro cantos…e depois? Ficamo-nos pelas palavras…de mãos atadas sem nada poder fazer…apenas, uma lágrima, sufocada na alma, aos gritos que ninguém ouviu…mas não desistiu do sonho que algum dia afinal…a Estrela brilhe para todos, e  saia um decreto…em que todos os dias sejam "Dia de Natal”
 
 
 
Cecília Rodrigues
publicado por Cecilia Rodrigues às 00:07
editado por mariaivonevairinho às 02:43

Dezembro 20 2009

Pinto na tela, um novo quadro
Nasce uma imagem diferente
Neste Natal, vejo o pingente
Sorrir de coração Esperançado


Tem um velhinho bem delineado
Com um saco cheio de presentes
Para ofertar aos meninos carentes
Mesmo que não tenham telhado


Será esta pintura veleidade?
Pode ser que sim, é só uma tela
Para que os homens vejam nela
A mais dura e triste realidade·

Mesmo que nada mude afinal
Na tela a voz do poeta brada!
Atenção à criança desamparada!
Todos os dias é dia de Natal!

Cecília Rodrigues _ Portugal

publicado por Cecilia Rodrigues às 00:04
editado por mariaivonevairinho às 02:42

Este blogue está aberto aos co-autores e Poetas Amigos de Maria Ivone Vairinho
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